quinta-feira, 30 de abril de 2009
Anedota I
‘trauma muscular pénisiano’.
Em agonia, dirige-se ao médico:
- "Doutor, veja o que é que pode fazer por mim... Vou casar no final da semana; a minha noiva é virgem e não posso decepcioná-la."
- "Não se preocupe, vou tratar de si de maneira que esteja tudo em ordem para o dia do seu casamento."
Então, pega em 4 pauzinhos, que habitualmente são usados para examinar a garganta dos pacientes e, com fita adesiva, consegue prendê-los ao redor do pénis, de forma a recuperar a rigidez do mesmo.
O tipo não conta nada à noiva, casam-se, e na noite de núpcias, já na privacidade do quarto, a noiva fogosa arranca os botões da blusa e mostra-lhe os peitos, exclamando:
- "És o primeiro! Nunca nenhum homem tocou nestes seios!"
Para não ficar atrás, o noivo abre a braguilha, baixa as calças e exclama:
- "Olha, estás a ver? Ainda está dentro da embalagem!!!"
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Viagem ao passado I
Com uma destas
comprava uma destas (com os pacotes grandes dava para encher a boca e fazer bolas do tamanho de casas). Claro que as melhores eram as gorila de laranja e as de morango...

Petazetas para encher a boca e rezar para um daqueles bocados GRANDES não estalasse com muita força (e ficar de boca aberta, claro, caso contrário não se ouvia o barulho!)

Estes lembro-me que comia quando ia ao cinema. Os "diamantes" faziam salivar que se fartavam!

cantávamos "suguinhos, suguinho, colam-se aos dentinhos!" (meter um de cada sabor na boca! hmmmm!)

A bela "bomboca dji morango", que ainda hoje quando a encontramos compramos logo uns caixotes!

No lanche da primária, mas principalmente na praia; pegava na palhinha do capri-sonne DE MAÇÃ, e já com a mania que era rebelde, espetava-a na parte de baixo do pacote! YEAH!

E as festas? Lições 100? Havia sempre 1 que levava as tortas Dancake. Se fosse de chocolate, era um instantinho a desaparecer, se fosse de morango, demorava um bocadinho mais, mas também marchava, agora se fosse aquela de baunilha...
Qual mp3, quais gigas! As belas mixtape gravadas da rádio, ainda com restos da voz dos parvos dos apresentadores dos programas que insistiam em falar por cima da música!

E este? Quem teve? Era o delírio, com os discos de imagens. Eu não tinha muitas, mas as histórias que inventava com aquilo eram sempre diferentes.

eh pá! Tulicreme! E ainda antes de terem inventado o parvo do urso! O de cacau era maravilhoso, o de avelã bem podia ficar na prateleira do supermercado.

E estes? Lembram-se onde saíam?

Tive um macaco destes.. Tinha um buraco na boca e supostamente chuchava no dedo. Claro que o meu era muito mais giro. E não tinha este pescoço de índio que mete argolas para o esticar.

"Toma lá, e não gastes tudo em gomas!" - Ouvi muitas vezes também.

Atirávamos com isto para todo o lado. Até ficarem todos sujo, cheios de pêlos e cotões e pó e cabelos (sim, ficavam, não podem negar!) Mas era fantástico porque depois, só com um bocadinho de água e sabão, ficavam outra vez reluzentes e prontinhos para voltarmos a atirá-los aos móveis, ao tecto, ao chão, ás cabeças dos nossos colegas...:P

e as modas? esta era mesma parva. E feia. Mas na mesma percorri kms para a encontrar e comprar.

Este gajo a mim irritava-me."O sabichão"... Com a mania que era esperto! Comigo não se safou, que eu virei-lhe a vareta de modo a dar as respostas todas erradas. TOMA!

"Pró natal, o meu presente, eu quero que seja..." A minha agenda e o Natal. Isto só me faz lembrar do Natal dos Hospitais e de quanto eu queria pertencer ao Coro de Sto Amaro de Oeiras.

Também tive uma destas. Saltei tanto com ela que de tanto roçar no chão, a bota ficou com uma boca...

Os estojos do poder. Com botões. Com compartimentos secretos para guardar as folhinhas e as borrachas de cheiro. Eram excelentes. Não faziam barulho como os estojos de lata, mas em comparação eram enormes.Eram mesmo bons para levar naquelas mochilas de 50 litros que nos fizeram escolioses.

E no verão... o frigorífico cheio de fás, que nós chupávamos até o gelo ficar sem cor.
Que viagem hein?